Uma das principais ações de marketing digital é o e-mail marketing. Em 29 de outubro de 1969 foi feita a primeira transmissão do que viria a se tornar o correio eletrônico, em inglês, e-mail (imeial). A mensagem acabou sendo apenas “LO.” A razão de algo tão sucinto não é um super código militar do pentágono, ou qualquer coisa parecida. Na verdade, o que a história conta é quase uma prévia de algo que todo usuário de computador viria a vivenciar posteriormente com seus PC’s. A mensagem foi transmitida da Universidade da Califórnia e após o “O” de login (mensagem original), o computador do Instituto de Pesquisa de Standford para onde a transmissão estava sendo realizada travou (kkkk, lol, rsrsrsrs, hahahaha). Sim. Sendo bem direto ao ponto: o primeiro e-mail da história bugou o computador destinatário.

@_symbol.svg47 anos depois, o email como mídia de comunicação foi praticamente suplantado pelas ferramentas de comunicação instantânea, como Skype, Whatsapp, entre outros, mas segue sendo uma ferramenta muito utilizada para o marketing e vendas. Para usar corretamente esta ferramenta, são necessários alguns cuidados. Um deles está relacionado a outro fato histórico com seus quase 40 anos. O primeiro spam (e-mail não solicitado) data de 3 de maio de 1978. Foi enviado por uma extinta empresa de computadores para 300 usuários da Arpanet, o embrião da internet. Nos dias de hoje, a quantidade deste tipo de mensagem é bastante singela: 100.000.000.000/ano. Só mesmo o Monty Python para nomear umas das práticas mais odiadas da internet atual, veja abaixo a cena de onde saiu o apelido.

Não admira que as ferramentas anti-spam estejam presentes em praticamente todos os provedores de email, o que significa que enviar email para endereços aleatórios não é a melhor solução de comunicação. O ideal é conseguir uma lista qualificada, através das interações que ocorrerem em todas as oportunidades disponíveis. Ter a permissão do destinatário para enviar as mensagens é essencial. Melhor do que mandar um milhão de emails é enviar para as pessoas certas o conteúdo que elas precisam. Isso cria uma relação de fidelidade baseada no interesse mútuo dos envolvidos, uma relação bem mais forte que pode gerar negócios, ao contrário de ser uma fonte de incomodação para o destinatário. Nesta mesma ideia, a periodicidade e o conteúdo devem ser bem trabalhados.

Com os devidos cuidados, o email marketing é uma ferramenta poderosa de conthistorinha da vovóato, e assim como na primeira transmissão, gerar grande expectativa no destinatário. Para encerrar um post como este, nada melhor que mais uma historinha da vovó.  Era uma vez um símbolo muito peculiar chamado arroba @. Os outros símbolos riam dela por que tinha um rabo tão grande que ficava enrolado na cabeça. A @ também não tinha uma origem e era usada de várias formas. O sustenido # dizia: eu vim da música. O cifrão $ replicava: eu participo de toda a economia. A arroba era um símbolo muito triste, até que um dia no ano de 1971 o programador Ray Tomlinson, enquanto criava o sistema de correio eletrônico da Arpanet, viu a arroba e disse: que símbolo mais bonito, você será muito útil no meu sistema. A @ não cabia em si de satisfação. Agora ela tinha uma utilidade muito definida: indicar a localização de uma caixa de correio. Mal sabia ela que viraria um dos símbolos mais conhecidos e utilizados do mundo, espalhando-se com a internet e adquirindo cada vez mais novas utilidades. Arranjou até um emprego no Twitter para o #. Mas esta crianças, é uma outra história. Fim.

 

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3 comentários sobre “E-mail: 47 anos de amor e ódio online

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